O Largo de São Francisco não se abala, nem deixa de lado seu protagonismo em meio a pandemia. Em um cenário quase apocalíptico de máscaras, vírus e caos econômico publica-se o RJET, a lei para nortear as relações privadas pandêmicas.
Se até os dias de hoje estudar na SanFran é um privilégio para poucos, imagine só para uma mulher nos anos 1940, cheia de ambições.
De fato, a graduação foi apenas os primeiros dos desafios superadas por Esther Figueiredo - ministra da Educação e Cultura, advogada do Júri e um assento na OAB-SP, tudo isso foi apenas um prelúdio para a sua maior e mais importante conquista: se tonar a primeira professora da Facvldade de Direito da Universidade de São Paulo.
No artigo de hoje veremos um pouco mais da história dessa que foi pioneira e é exemplo para muitas outras franciscanas.